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terça-feira, 30 de julho de 2013

Como surgiu o samba?

Por: Gabriela Portilho. Fonte: mundoestranho.abril.com.br
Edição: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante do Blog JOLUSI FM)

Imagem: mundoestranho.abril.com.br
O samba nasceu na Bahia, no século 19, da mistura de ritmos africanos.
Mas foi no Rio de Janeiro que ele criou raízes e se desenvolveu, mesmo sendo perseguido.
Durante a década de 1920, por exemplo, quem fosse pego dançando ou cantando samba corria um grande risco de ir batucar atrás das grades. Isso porque o samba era ligado à cultura negra, que era malvista na época.

Só mais tarde é que ele passou a ser encarado como um símbolo nacional, principalmente no início dos anos 40, durante o governo de Getúlio Vargas.
Nessa música brasileiríssima, a harmonia é feita pelos instrumentos de corda, como o cavaquinho e o violão.

Já o ritmo é dado, por exemplo, pelo surdo ou pelo pandeiro.
Com o passar do tempo, outros instrumentos, como flauta, piano e saxofone, também foram incorporados, dando origem a novos estilos de samba.
"À medida que o samba evoluiu, ele ganhou novos sotaques, novos modos de ser tocado e cantado.
É isso que faz dele um dos ritmos mais ricos do mundo", afirma o músico Eduardo Gudin. : - )

Ronaldinho. Show de Pagode. Foto: i1.r7.com
DA RODA AO PAGODE
Por volta dos anos 30, diferentes estilos de samba surgiram no Rio de Janeiro

SAMBA-DE-RODA
Muito parecido com a roda de capoeira, é a raiz do samba brasileiro e está registrado na Unesco como patrimônio da humanidade.
Surgiu entre os escravos na Bahia por volta de 1860 e logo desembarcou também no Rio de Janeiro.
O samba-de-roda, como a dança, começa devagar e se torna cada vez mais forte e cadenciado - sempre acompanhado por um coro para repetir o refrão.
Várias canções do estilo têm versos sobre o mar e as tradições africanas.

"AVÔ" DO RECO-RECO
Além de batuques na palma das mãos, os escravos batiam um garfo num prato, obtendo um som semelhante ao do reco-reco - instrumento que dá força ao samba.

SAMBA DE BREQUE
Um dos primeiros estilos nascidos no Rio, foi criado no final dos anos 20 em botecos da cidade.
No meio do samba rolavam "paradinhas" onde o cantor falava uma frase ou contava uma história.
Um dos mestres foi Moreira da Silva.
O ritmo é mais picadinho - ou "sincopado", como dizem os músicos -, mas a marca registrada é mesmo a parada repentina.
Daí o nome "samba de breque".
Quase sempre conta uma história engraçada, de um tiroteio entre malandros à história de um gago que se apaixonou...

Flauta. Imagem: 2.bp.blogspot.com
FLAUTA
O samba de breque foi o primeiro estilo a incorporar a flauta como instrumento de samba.
Ela ajuda a deixar o ritmo mais orquestrado.

PARTIDO-ALTO
Na década de 1930, o partido-alto se popularizou nos morros cariocas.
Entre um refrão e outro, os músicos criavam versos na hora, quase como repentistas.
As antigas festas de partido-alto chegavam a durar dias!
A partir dos anos 70, Martinho da Vila virou um músico marcante do estilo.
A principal característica é a improvisação.
O partido-alto se mantém, principalmente, pelo jogo de palavras encaixadas no momento certo.
O estilo trata de temas do cotidiano, e sempre com o maior bom humor.

Surdo. Foto: b.vimeocdn.com
SURDO
O surdo entrou de vez na roda com o partido-alto.
Tocado com a mão ou com a baqueta, ele define a pulsação da música.
É o "coração do samba".

SAMBA-ENREDO
Na década de 1930, quando surgiram os primeiros desfiles de escolas de samba no Carnaval do Rio, nasceu o samba-enredo.
No início, os músicos improvisavam dois sambas diferentes: um para a ida e outro para a volta na avenida onde as escolas desfilavam.
Com o passar dos anos, o samba-enredo ganhou uma batida mais acelerada que outros sambas - o que ajuda as escolas a desfilarem no tempo previsto.
A partir dos anos 80 a coisa mudou, mas, até então, samba-enredo só abordava a história oficial do Brasil.

CUÍCA
Com o som de uma "voz grunhindo", foi uma das novidades das baterias das escolas.
A função da cuíca é mais complementar, dando um tempero extra ao samba.

Oswaldinho e a cuica. Fto: souvaivai80.files.wordpress.com
SAMBA-CANÇÃO
Outra cria dos botecos cariocas, o samba-canção apareceu na virada dos anos 30 para os 40.
Logo ficou famoso como "samba de fossa", perfeito para ouvir após um pé na bunda... Cartola e Noel Rosa fizeram grandes músicas do estilo.
A batida mais lenta e cadenciada do samba-canção lembra bastante o bolero, outro ritmo musical que fazia sucesso nos anos 40.
Em geral, as canções falam de desilusão amorosa - de amores não correspondidos às piores traições!

PANDEIRO
Desde a origem do samba o pandeiro estava presente, mas no samba-canção ele ganhou mais importância, marcando o ritmo da música no lugar do surdo.

Jackson do Padeiro-Tributo. Imagem: perlbal.hi-pi.com
BOSSA NOVA
Cansados da fossa do samba-canção, alguns compositores decidiram fazer músicas sobre temas mais leves no final dos anos 50.
Nascia a bossa nova.
Mestres como Tom Jobim e João Gilberto faziam um samba bem diferente, com grande influência do jazz.
Com construções musicais mais "complexas", a bossa nova tem o chamado "violão gago", tocado num ritmo diferente do da voz e dos outros instrumentos.
O assunto preferido eram as belezas da vida, da praia às mulheres, é claro!

Ídolos da Bossa Nova. Imagem: lcapromo.com.br
VIOLÃO
O símbolo da bossa nova foi mesmo o violão -além do banquinho... Usado em quase todos os estilos de samba, é um dos responsáveis pela melodia e harmonia da música.

Violão. Foto: blog.cancaonova.com
PAGODE
O pagode que hoje faz sucesso pintou como estilo de samba na década de 1980, no Rio, com cantores como Jorge Aragão e Zeca Pagodinho.
Nos anos 90, em São Paulo, ficou mais "comercial" - com direito até a coreografia dos músicos - e explodiu nas rádios.
O pagode dos anos 80 era muito influenciado pelo partido-alto.
Já na década seguinte passou a ter uma pegada mais lenta e romântica.
Nos anos 80, o principal era a vida na comunidade; nos 90, as letras românticas.

TECLADO
Nos hits mais modernos, entraram na dança instrumentos eletrônicos, como teclados e sintetizadores - para desgosto dos sambistas mais tradicionais...

Teclado. images01.olx.com.br
COMPLETANDO A BATERIA

Conheça outros instrumentos importantes para um bom batuque

TANTÃ
Mais fino que o surdo, também marca o ritmo. Em geral, é tocado com a palma das mãos, sem que os dedos encostem na membrana.

Tantan. Imagem: 1.bp.blogspot.com
TAMBORIM
Tocado com uma vareta de bambu, não marca necessariamente o ritmo do samba, mas traz um som agudo para o batuque.

Viviane Araujo toca tamborim a frente da bateria do salgueiro. Foto: mguol.com
CAVAQUINHO
Tem papel semelhante ao do tamborim: deixa o som mais agudo. Mas faz isso na melodia do samba, e não na batida rítmica.

Cavaquinho. Imagem: essaseoutras.xpg.com.br

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Leno, sucesso em dose dupla

Postado por: Jorge Luiz da Silva.
Fotos: google.com.br


O cantor e compositor Leno teve a felicidade de conhecer o sucesso em carreira solo e em dupla com Lilian.


Biografia
Fonte: Leno.com.br

Gileno  Wanderley AzevedoLeno, um potiguar da cidade de Natal, aos 5 anos radicou-se com sua família no Rio de Janeiro, no bairro de Copacabana. Filho de militar, sua infância e adolescência foram cheias de mudanças pelo Brasil com sua família - morou em Natal, Rio de Janeiro Belém do Pará, Recife  e Campo Grande, Mato Grosso

Ao 14 anos, Leno voltou a morar em Natal e formou, com colegas de ginásio, o grupo The Shouters, uma das (senão a primeira), primeiras bandas de rock do Nordeste ,com título  inspirado nos Beatles de “Twist and Shout”., e onde fazia o vocal e guitarra base.
De volta ao Rio, em março de 1965, reencontra a ex-vizinha de infância, Lílian. Nesta mesma época tem duas de suas primeiras composições ( ‘’O disco voador” e ‘S.O.S. ) gravadas no Lp “Você me acende”, por um Erasmo Carlos em pleno “estouro” de “Festa de arromba”. No final desse ano surge então a dupla Leno e LílianSão convidados para uma audição na gravadora CBS, onde são ouvidos pelo produtor Evandro Ribeiro e contratados.
Em Janeiro de 1966 gravam o primeiro compacto simples, com Pobre Menina Devolva-me. Lançado logo depois do carnaval, o disco chega rapidamente ao primeiro lugar nas principais paradas de sucesso. No primeiro LP da dupla, o talento de compositor e versionista de Leno já se faz marcante, imprimindo sua marca característica de artista antenado com seu tempo. Com mais um sucesso, Eu Não Sabia Que Você Existia, um clássico de nossa música jovem, a dupla torna-se a mais popular da Jovem Guarda.
A dupla se separa no auge do sucesso, no final de 1967, pouco antes do lançamento do segundo LP, Não Acredito, no final de 1967. Antes de significar o fim, a separação foi o início da carreira de LenoEle começou a compor para os amigos e logo o conjunto Renato e Seus Blue Caps gravaria sua música "A Irmã do Meu Melhor Amigo". Em 1968, Leno iniciou sua carreira-solo com a música A Pobreza. Ela alcançaria o primeiro lugar em todo o Brasil e seria lançada também em espanhol e italiano. Seu primeiro LP solo, intitulado simplesmente de Leno, foi sua consagração, trazendo as belíssimas Eu Não Existo Sem Você e Papel Picado. No ano seguinte ele voltaria às paradas de sucesso com seu segundo disco solo, A Festa dos Seus 15 Anos , que também emplaca o primeiro lugar nas paradas e seria por muitos anos um dos mais vendidos do catálogo da gravadora.
A produção musical de Leno é fértil. Em 1968 Renato e seu grupo gravaram Não Vou Me Humilhar Pôr Você e Porque Te Amo, esta em parceria com o irmão de Renato, Paulo Cesar Barros. Em seguida vieram Quando a Cidade Dorme, em 1969, Só Faço Com Você e Se Eu Sou Feliz, Pôr Que Estou Chorando, parceria comRaul Raulzito Seixas, em 1970
E Suas músicas também foram gravadas por artistas como Erasmo Carlos, Golden Boys, Amelinha, Jerry Adriani, Vanusa, Antônio Marcos, Márcio Greyck, Nando Cordel, Renato e seus Blue Caps  The Fevers entre outros.

Ainda em 1970 Leno participou do Festival Internacional da Canção, no Maracanazinho , com a música A Última Vez Que Vi Rosane. Foi a prova de maturidade do artista até então rotulado  por fazer parte da Jovem Guarda. Sua postura agora era madura e, no final daquele ano, ele apresentaria um ousado projeto em parceria com o amigo e agora produtor da CBS Raul RaulzitoSeixas: o álbum Vida e Obra de Johnny McCartney. Acontece que o país vivia debaixo da Ditadura Militar, e a implacável Censura Federal vetou 5 das 12 músicas, esvaziando o projeto, levando a gravadora a arquivar o disco e anunciar a Leno que as fitas haviam sido apagadas. Leno rescinde seu contrato e é convidado a ir para a gravadora Philiphs, onde permanece por pouco tempo, devido ao fato de ser chamado de volta para a CBS desta vez também como produtor e artista.Em 1971, volta ao Festival Internacional da canção – da Tv Globo – driblando a censura com a mesma “Sentado no arco- íris” do Lp “Vida e obra “, proibida anteriormente - em parceria com Raul Seixas - que se apresenta junto fazendo backing- vocal com Jane Duboc .(“ Primeira letra que eu me orgulho de ter feito”, dizia Raulzito )

Em 1972 retoma a parceria com Lílian, ficando juntos por dois anos, período em que gravaram dois LPs. No primeiro, com produção do próprio Leno, eles contaram com a participação do já "maluco beleza", Raulzito, nos vocais e na guitarra em algumas faixas de sua autoria (Deus é Quem SabeObjeto VoadorUm Drink ou Dois). No segundo, lançado em 1973, tiveram os sucessos Amantes de Verão e A tarde em que te amei .

  Em 1974, ele retoma sua carreira solo, parceria com o Renato quando o grupo grava Só Por Causa de Você. No mesmo ano Leno compõe e grava a música Flores Mortas, primeiro lugar nas paradas de sucessos e primeira composição onde se denuncia a especulação imobiliária e perda da qualidade de vida nas grandes cidades ( “A ambição faz com que esqueçam quanto vale a natureza, e é de asfalto e de concreto que eles plantam seus jardins” )  Agora não havia mais como rotulá-lo ou ignorar seu talento. Ele revelou-se definitivamente amadurecido, aliando romantismo a uma firme postura crítica, de cunho social e ecológico, tornando-se um dos precursores do movimento ambientalista no meio artístico. Esta fase atinge o apogeu em 1976, com o álbum Meu Nome é Gileno.

  Leno chegou a ser o apresentador do famoso programa Rock Concert, da TV Globo, que trazia as novidades quentes dos Estados Unidos e Inglaterra. Sua narração e pronúncia perfeitas foram a marca destes programas, que sobreviveram ao tempo graças aos cuidados dos colecionadores. Em 1978, lançou um compacto duplo com destaque para a música Mudanças e Feitiço
(inédita de Roberto e Erasmo ) No final dos anos setenta Leno vai morar em Los Angeles,  onde toca com o baterista Jim Keltner, Moacir Santos e outras feras, e chegou a gravar um compacto com  Ruby Tuesday ( Jagger-Richards) em gravação percursora do soft- rock  com a  bossa-nova)  bem executada nas Fms de Los Angeles.

  Retornaria ao Brasil em 1981, lançando em seguida o LP Encontros no Tempo, inicialmente gravado em Los Angeles e finalizado no Rio, onde flerta com a bossa-nova e  ritmos nordestinos, e tem as participações de Sérgio Dias, Jackson do Pandeiro, Robertinho de Recife e Antonio Adolfo. Em 1984 compõe a música Rosa de Maio tema do personagem vivido pôr Carla Camurati na novela Livre Para Voar (TV Globo). Lançou mais uma LP, Coração Adolescente, agora pela gravadora Polydisc. Em 1989, nasceu seu filho Diogo.
  Mais uma década se inciava e Leno continuava em atividade.

Em 1994 participa do projeto Academia Brasileira de Música, da Columbia/Sony Music, com o disco Brasil Jovem Guarda, registrando somente grandes sucessos de autores brasileiros daquele movimento musical.( “Gravei 28 músicas , mas ficou tanta coisa boa de fora que daria pra gravar pelo menos mais dois Cds “) Um reconhecimento para este artista que tão bem soube representar o espírito daquele movimento.Em 1995 uma grande surpresa acontece na vida de Leno:as fitas de seu inédito Vida e Obra de Johnny McCartney são descobertas pôr acaso nos arquivos da Sony. Leno decide remasterizar a gravação e editá-la em CD, para isso abrindo seu próprio selo, Natal Records. Animado, ele decide mixar e remasterizar toda sua obra e lançá-la em CD a partir de 1995. Com isso, os fãs do artista puderam ouvir, em caprichadas edições limitadas, em estéreo, os discos Antologia 1966-1966 (Leno e Lilian) e Aquelas Canções - Antologia 1968-1969 (Leno).

  Para as comemorações dos 30 Anos da Jovem Guarda, uma série de shows com os ícones do movimento aconteceram pelo país, paralelamente ao lançamento da coletânea de regravações com o mesmo nome, pela Polygram ,que lhe proporciona um disco de Platina pôr suas regravações solo de “A pobreza “ e “O ritmo da chuva”. Novamente a dupla Leno e Lílian se reunia , desta vez em shows, com os seus colegas da Jovem Guarda, para a alegria dos fãs.

  Passados os shows, nova fornada de CDs saíam pela gravadora de Leno:Antologia 1972-1973 (Leno e Lilian), Matéria Prima, com participação de Lilian, Renato e seus Blue Caps, Pedro Paulo,e Fevers  , assim como O Melhor de Leno 1974-1988. Todos os discos encontram-se esgotados.
  Atualmente Leno está de volta aos palcos com uma nova banda, fazendo shows  por todo o Brasil que tão cedo aprendeu a conhecer. Toda sua carreira é revisitada, desde os Anos 60, até os dias de hoje, com canções inéditas sendo apresentadas, mostrando que Leno não se conforma em repousar sobre a glória do passado, e  sim, continuar fazendo a história de nossa música.. Seu mais recente CD, Idade Mídia atesta a qualidade e vitalidade deste garoto que como eu, amava os Beatles e os Rolling Stones.

Texto de Ricardo Puggiali
(Autor do Livro nos Embalos da Jovem Guarda)






Discografia
Fonte: Leno.com.br


IDADE MÍDIA
capa do DVD novo ( 2011)




IDADE MÍDIA
CD Cançoes com Raulzito - 2011




IDADE MÍDIA
Idade Mídia
2006



DVD Jovem Guarda Para Sempre
DVD Jovem Guarda Para Sempre
2005

Jovem Guarda para Sempre
CD Jovem Guarda Para Sempre
2005


Tributo a Getúlio Côrtes
O Pulo do Negro Gato
Tributo a Getúlio Côrtes
2002

Ao Vivo
Leno Ao Vivo - Coisas que a gente viveu
2000



Vida e Obra deJohnny McCartney
Vida e Obra de Johnny McCartney
1995

Gravado em 1970/ 1971


Jovem Guarda
30 Anos de Jovem Guarda - Vol 2
1995

Leno interpreta "Ritmo da Chuva"


30 Anos de Jovem Guarda vol 4
30 Anos de Jovem Guarda - Vol 4
1995

Leno interpreta "A Pobreza"

Jovem Guarda
Brasil - Jovem Guarda
1991

Aquelas Canções
Aquelas Canções (68 - 70)
1995

Coração Adolescente
Coração Adolescente
LP - 1990
O Melhor de Leno
O Melhor de Leno
1974 - 1988

Discos Não Remixados
Rosa de Maio
Sonho Tropical
Compacto Simples - 1984

Discos Não Remixados
Quero Amanhecer com Você
Com Muito Prazer
Compacto Simples - 1983

Encontros no Tempo
Encontros no Tempo
LP - 1981

Meu nome é Gileno
Meu Nome é Gileno
1976


Discos Não Remixados
Flores Mortas
RockBaby Rock
Compacto Simples - 1974

Sessão de Rock
Sessão de Rock
Matéria Prima 
1973
Vida e Obra deJohnny McCartney
Compacto duplo com as músicas Lady Baby, Convite para Angela, Johnny McCartney e Peguei uma Apollo 
1971

Sha-la-la
Compacto Simples - 1970 - Lado A


Corina, Corina
Compacto Simples - 1970 - Lado B

A última vez que eu vi Rozane
É bom estar em Natal mais uma vez
Compacto Simples - 1970


A Festa dos Seus Quinze Anos
A Festa dos seus 15 anos
1970



Leno
Leno
1968



A Pobreza
Me Deixe em Paz
Compacto Simples - 1968
Discos Não Remixados
Leno canta en castellano
La Pobreza

Discos Não Remixados
Leno en italiano
La Poverta

Discografia da dupla Leno & Lilian
Fonte: Leno.com.br


O compacto simples de maior sucesso no Brasil em todos os tempos, com dois clássicos.
Devolva-me
1966 - Lado A 


O compacto simples de maior sucesso no Brasil em todos os tempos, com dois clássicos.
Pobre Menina
1966 - Lado B

Compacto Simples
Está para nascer - Lado A
1967

NÃO ACREDITO
Não Acredito
1967
LENO E LILIAN
Leno e Lilian
1966
Leno e Lilian

Leno e Lilian
1973

Leno e Lilian


Leno e Lilian
1972