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terça-feira, 28 de maio de 2013

Conjunto Musical “deuses” se tornou Grupo Bendegó

Por: Jorge Luiz da Silva.
* Com informações: dicionariompb.com.br

Após o término do Conjunto Musical “OS GATOS” foi formado o melhor Conjunto Musical do interior baiano, na época. “deuses”.
A ideia que se tornou realidade partiu de Gereba, que nasceu em Monte Santo, mas mudou-se para Serrinha, no início dos anos sessenta.
Após alguns encontros com Capenga e Vicente Barreto para bater papo sobre música, em especial e tocar viola, violão e cavaquinho resolveram convidar outros amigos músicos e juntos criaram o conjunto “deuses”, contando com o apoio do Dr. Hamilton Safira.
E fizeram um sucesso tão grande que foi preciso seguir rumo ao sul maravilha para tornar o trabalho que realizavam o mais profissional possível.
Já na Capital Paulista os Conjunto deuses foi rebatizado passando a se chamar “Bendegó”.

Em 1973, o grupo lançou seu primeiro disco, pela Fontana/Philips, no qual foram interpretadas as seguintes músicas: "Chorada", "Desaguou", "Princesa sertaneja", "Bendegó", "Abrolhos", "O gole", "Algazarra de padre", "Bala de ouro", "Rio doloso", "Bonde", e "Zesse feche Zesse", todas da dupla Patinhas e Gereba, além de "Caratacá", de Gereba.

Em 1975, o grupo participou do histórico LP "Jóia", de Caetano Veloso, na faixa "Canto do povo de um lugar", de Caetano Veloso.

Em 1976, já pela Continental, lançou o LP "Onde o olhar não mira", interpretando as músicas "Onde o olhar não mira", de Vermelho, Kapenga, Zeca e Patinhas, "Obrigado bandida", de Patinhas, "Olhos de fogo", de Zeca, Kapenga e Patinhas, "Você e tu", de Gereba e Tuzé de Abreu, "Tierra llena del sol y de luna", de Kapenga, Zeca, Gereba e Patinhas, "O coco louco", de Kapenga e Carlos Eládio, "Palhas de milho", de Kapenga, Vermelho e Patinhas, "O arco-íris trovejou", de Kapenga e Patinhas, e "As muié santa de Canudos", "Além de Arembepe", "Dom Tapanatara", e "Chamego do Vicente", todas de Gereba e Patinhas.

No ano seguinte, o grupo participou do LP "Norte forte", lançado pela gravadora Continental, com as participações de Belchior, Ednardo, Haréton Salvanini, Marcus Vinicius, Fagner, Banda de Pífanos de Caruaru, Tom Zé, João Só, Édson e Aloísio, Tetty, e Orquestra Armorial.

Nesse disco, interpretou "Você e tu", música de Gereba e Tuzé de Abreu.

No mesmo ano, participou do LP "O som de Status", também da gravadora Continental, no qual interpretou "Além de Arembepe".


Fizeram parte desse disco os artistas Edu Lobo, Os Novos Baianos, Conjunto Aquarius, Almôndegas, Sergio Sampaio, Ney Matogrosso, Paulo Chaves, Célia, Fagner, Os Três Morais, e Walter Franco.

Em 1979, foi lançado pela Epic/CBS o LP "Bendegó", que contou com as participações especiais do violeiro Passoca e da cantora Marlui Miranda na faixa "Seguraí", de Gereba, Kapenga e Patinhas.

Estão também no disco as músicas "Ficou bêbado" e "Celacanto e Lerfa-um", ambas de Kapenga, Gereba e Patinhas, "Piriquitamba", de Gereba e Tuzé de Abreu, "Pé de vento", de Gereba, Kapenga e Tuzé de Abreu, "Dança do punhal", de Kapenga e Patinhas, "Pajarito" e "Recuo tático (General inverno)", ambas de Kapenga, "Bom dia violão", de Gereba, "Nem Freud pode", "Paciência Tereza", de Gereba e Patinhas, e "Danças dos Ni", de Gereba e Kapenga.

No mesmo ano, o grupo participou da trilha sonora da novela "Dinheiro vivo", da extinta TV Tupi, interpretando a música "Danças do Ni", de Gereba e Capenga.


Dois anos depois, o grupo voltou a gravar na Continental e lançou o LP "Bendegó", contendo as músicas "Em Nazaré das Farinhas (Topo tudo a todo tempo)", "Coração alheio" e "De mim que fui de mim que sou", de Gereba e Patinhas, "Sem medo (Asa é risco)", de Kapenga e Carlos Pita, "Do I Ching ao Xingú", de Kapenga, Moraes Moreira e Antônio Risério, "Banco de Areia", de Kapenga, João Bá, Gereba e Vidal França, "Os índios e os passarinhos", de Kapenga, Gereba e Patinhas, "Rancheira", de Gereba e Tuzé de Abreu, "Um sinal de amor e de perigo", de Kapenga e Patinhas, "Tempo forte", de Kapenga e João Bá, "De flor em flor", de Gereba, Patinhas e Antônio Risério, e "Lovely Beatles", de Kapenga e Tuzé de Abreu.

Ainda em 1981, o grupo participou, juntamente com Jorge Mello, Vicente Barreto, Téo Azevedo, Gê Maria, Arthur Moreira Lima, Almir Sater, e Rolando Boldrin, do show comemorativo dos dez anos do espaço cultural "Paço das Artes", em São Paulo.

O acontecimento resultou num LP gravado ao vivo e lançado pela Continental, no qual o grupo interpreta "Recuo tátito", de Kapenga.


Em 1986, o Bendegó lançou o LP "LA nave va", pela gravadora 3M, interpretando as músicas "Santa menina sensual do metrô", de Kapenga, Gereba e Capinan, "Cores do Rio", de Gereba e Carlos Pita, "Arrasou minha coisinha", de Gereba e Tuzé de Abreu, "A fonte é viver você", de Kapenga e Patinhas, "Xô xô Pataxó" e "La nave va", de Gereba e Capinan, "Cuba-nagô", de Gereba e Carlos Pita, "Brilho do amor", de Kapenga, Gereba e Tuzé de Abreu, "Dia de mar azul", de Kapenga, João Bá e Barbatana, "A hora H do agora", de Kapenga e Patinhas, "Big Valley", de Gereba e João Bá, e "Pimentinha no forró", de Gereba e Tuzé de Abreu.

Nesse ano, o grupo se dissolveu e seus integrantes passaram a seguir carreira solo.

Quatro anos depois, houve um breve retorno com a participação no LP "Forró bom! - É do ABC!!!", da gravadora Musicolor/Continental, que contou com as participações de Anastácia e César do Acordeom.



Nesse disco o grupo interpretou "Quebra quebra requebra", de Gereba e Charles Negrita, "Engole fogo", de Gereba, Edil Pacheco e Capinan, "Mistérios da natureza", de Kapenga e Carlos Pita, e "Fruta pão", de Gereba e Zeca Bahia.







sexta-feira, 24 de maio de 2013

Adriana, o Anjo Azul

Por: Jorge Luiz da Silva
* com informações do Wikipedia


Não lembro com exatidão se eu conheci a Cantora Adriana, o Anjo Azul, no final de 1967 ou em meados de 1968, mas uma coisa eu nunca esqueci.
Ela foi a cantora que me deu o primeiro “selinho” durante um show, no Teatro do Cine Rio Branco, na Rua João Pessoa, em Aracaju.

Naquela oportunidade eu estava com 13 anos de idade.

Fiquei tão eufórico e radiante que nem queria lavar a boca pra não perder o cheiro dos lábios de Adriana.

Ela estava na Capital Sergipana colhendo os frutos do seu primeiro sucesso.

A primeira gravação da cantora Adriana intitulada originalmente Como Anjo Azul, de Nonato Buzar, mas depois ficou conhecida como Vesti Azul, graças ao estrondoso sucesso que o cantor Wilson Simonal fez com essa canção.

Na verdade, a composição foi feita especialmente para a cantora, mas Nonato Buzar a mostrou para Simonal que pediu permissão para Grava-la.
Foi sucesso absoluto, inclusive com a Própria Adriana que, na época (1967), vendeu 380 mil Cópias.

Devido ao êxito, a cantora foi convidada para participar, ao lado do cantor Márcio Greyck, do filme "Em Ritmo Jovem", de Mozael Silveira , ao lado de Grande Otelo e Vanja Orico.

No Filme Adriana interpreta também a música "La, la , lá ", Lado B do compacto com Vesti Azul, lançado Pelo selo Equipe.

Simonal, que se encantou com a gravação de Adriana, foi o grande incentivador da artista, que o considera um padrinho, assim como Chacrinha, em sua carreira.

Após o sucesso de Vesti Azul, a cantora obteve outro êxito, a música "Viu", em 1968.

Na Seqüência, por indicação de Simonal, foi contratada pela Odeon, onde gravou sucessos, como o samba rock "Justo Nesta noite"; e a romântica "O Que me Importa", regravada por Tim Maia e Marisa Monte.


Adriana, cantora brasileira que estourou nas Paradas de Sucessos do Brasil, na década de 1970 com a música "O Que me Importa", gravada em 1972 pela Odeon.

Em 1972 a Música "O Que me importa" vendeu 380 mil Cópias.

Ganhou vários prêmios e participou de quase todos os Programas de Televisão da época.

Ao Longo da Carreira, principalmente nos Anos 80, colecionou sucessos como "O Amor Que Existe em Mim", "I Love You Baby", "Vou Pra Sempre Te Amar", "Combinado Assim" e outras.

Carioca, filha da vedete de Teatro de Revista (Maria Helena), Adriana casou-se com Márcio Monteiro (biólogo marinho, Produtor, compositor e Músico), tendo resultado dessa união suas Filhas, gêmeas, Natanna e Tuanny, que fizeram parte durante oito anos da última formação do Balão Mágico.

Adriana começou sua carreira com apenas 11 anos e aos 12 já era Sucesso em todos os Programas em que se apresentava.

Os primeiros passos da cantora foi em meados de 1965, na Jovem Guarda, ao lado de Martinha, Wanderléa , Meire Pavão, e Rosemary.

Durante o Movimento Tropicália foi eleita rainha hippie do Brasil.

Manteve-se afastada das atividades artísticas e retornou em 2008 com o lançamento do CD "Alô meu bem! Eu Voltei".

Confira a letra de "Vesti Azul":

Estava na tristeza que dava dó
Vivia vagamente e andava só
Mas eis que de repente apareceu
Um brotinho lindo que me convenceu
Dizendo que eu devia usar azul
Que azul é a cor do céu e do seu olhar também
Então o seu pedido se confirmou
Vesti azul e a sorte então mudou
Vesti azul e a sorte então mudou

Passei a ser olhada com atenção
E fui agradecer pela opinião
Então senti que o broto estava todo mudado
Parecia até que estava apaixonado
Então eu fiz charminho e perguntei
Só vim aqui saber como eu fiquei
Então o olhar do broto me confirmou
Vesti azul e a sorte então mudou
Vesti azul e a sorte então mudou

Estava na tristeza que dava dó
Vivia vagamente e andava só
Mas eis que de repente apareceu
Um brotinho lindo que me convenceu
Dizendo que eu devia usar azul
Que azul é a cor do céu e do seu olhar também
Então o seu pedido se confirmou
Vesti azul e a sorte então mudou
Vesti azul e a sorte então mudou

Vesti azul e a sorte então mudou
Vesti azul e o broto então gamou

Veja o Video do Anjo Azul
http://youtu.be/s69ErZWw4IM





sexta-feira, 17 de maio de 2013

Chico d’Oliveira e o CD Voz e Violão



Em 23 de novembro de 2006 recebi a visita do meu amigo cantor e compositor Chico Oliveira, natural da cidade de Euclides da Cunha, que estava de passagem por Serrinha, mais uma vez, para divulgar o seu novo trabalho musical.

Ele por sinal fez uma pequena mudança no seu nome artístico, passando a se chamar Chico d’Oliveira.

Naquela oportunidade ganhei de presente, com o seu autógrafo o CD VOZ E VIOLÃO, incluindo o melhor da MPB para ouvir, simplesmente.

No novo disco foram gravadas 19 faixas, tendo ainda a participação de Miriam Souza, na faixa “De Volta Pro Aconchego” e Débora de Uauá, na faixa “Romaria”.




quinta-feira, 16 de maio de 2013

Divange lança CD com Jorge Luiz e outros artistas




Meu amigo Divange, cantor e compositor, algum tempo depois do lançamento do seu compacto-simples, com as músicas “Quero Voltar Pra Ficar” e “Voltei Meu Amor”, com produção de “Jorge Luiz Promoções Artísticas” tomou a iniciativa de regravar as suas duas composições em um CD, intitulado SEMPRE AMIGOS.



Nesse novo trabalho musical incluiu outras duas que eu havia gravado em 1986, “Menina de Rua” e “Não Seja Tímido”, além de outras músicas de cantores diversos, totalizando 19 faixas, no volume 1, do disco.




terça-feira, 14 de maio de 2013

Odair José cantou seu primeiro sucesso com o meu violão



No final dos anos 60, ou no início dos anos 70, já nem tenho certeza, tive o prazer de conhecer o cantor Odair José, quando ele esteve em Aracaju, capital sergipana para divulgar o seu primeiro grande sucesso: “MINHAS COISAS”.

Naquela época, ele ainda era bastante tímido, e atendendo ao convite de Luiz Trindade , criador e apresentador do programa DOMINGO EM FESTIVAL marcou presença em sua residência para participar do almoço especialmente preparado para o novo ídolo da música brega.

Eu estava presente e como morava na rua Geru, quase esquina com a residencia de Luiz Trindade fui buscar o meu violão para que Odair José cantasse especialmente para nós o seu sucesso.

Pois é, tive o privilégio de emprestar meu violão para Odair José cantar a música “MINHAS COISAS”, em fá maior.

Aqueles momentos ficaram marcados em minha mente, como uma coisa espetacular.
Pena que eu não tenho uma foto registrando o momento, mas registrei em minha memória.

O violão que Odair José cantou seu primeiro sucesso "MINHAS COISAS"

Odair José nasceu em Morrinhos, cidade do interior de Goiás.

Começou a trabalhar aos 17 anos de idade como crooner de conjuntos musicais.



No ano seguinte conheceu Roberto Carlos nos bastidores de um show, em que ambos cantaram.
Roberto o incentivou a seguir em frente e ele estimulado mudou-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou como cantor em circos, boates e nos inferninhos da Lapa.

Odair se inspirou no grande ídolo da juventude brasileira, além de admirar na época, Altemar Dutra, Anísio Silva e Peter Frampton.

Confira a letra da música MINHAS COISAS, primeiro sucesso do cantor Odair José, lançada no disco “AS 14 MAIS”, do ano de 1968.

Minhas Coisas
Odair José

As minhas coisas de repente estão tristes
Compreenderam que não existe nada mais entre nós
Meu violão caiu de cima do armário
Suas cordas arrebentaram dando adeus a minha voz
O meu casaco com você se acostumou
sentiu tanto a sua falta que de tristeza desbotou

Se eu soubesse que eu iria lhe perder
Não teria acostumado minhas coisas com você

Até meu carro já não tem velocidade
Pois ele sente saudade de quando andava com você
Meu telefone que sabia quase tudo de repente ficou mudo
E mais nada quer dizer
O meu relógio sempre certo trabalhou
Depois que ficou sabendo nada mais ele marcou

Se eu soubesse que eu iria lhe perder
Não teria acostumado minhas coisas com você...








sábado, 11 de maio de 2013

Na realização de um sonho a conscientização de uma realidade.



Na realização de um sonho a conscientização de uma realidade.

Essa frase marcou o início de uma carreira musical, em 1977, quando da gravação do meu primeiro disco, no formato de compacto-simples.
Criada em um momento de emoção pela imensa felicidade, por realizar algo, que antes parecia impossível, devido aos obstáculos que surgiam a cada dia e as consequentes e naturais dificuldades do cotidiano.

Hoje, olhando para trás, dá a sensação de reviver tudo o que aconteceu, desde aquele exato instante.
São mais de trinta anos, mesclados de momentos de alegria, de tristeza, de decepções, de euforia, de desânimo, mas enfim, uma carreira musical de sucesso, dentro dos limites alcançados.
Por tudo isso, eu só tenho que agradecer aos comunicadores das emissoras de rádio e TV que abriram espaço para que eu pudesse mostrar o meu trabalho musical.
Ao pessoal das gravadoras, aos amigos, parceiros, compositores, aos meus pais, a minha família...
Todos aqueles que de certa forma contribuíram para que eu chegasse aonde cheguei.
E é claro que, o agradecimento maior fica para o nosso Bom Deus, o nosso Pai Eterno, pois sem ele nada disso seria possível.


sexta-feira, 10 de maio de 2013

Marcelo Mattos gravou um bom disco, mas ficou perdido no tempo


Por: Jorge Luiz da Silva, com informações de Guilherme Machado (musicadeserrinhablogspot.blogspot.com.br/)


Em 1963 nasceu em Serrinha, Marcelo Mattos com a sorte de fazer parte de uma família repleta de bons músicos.

Seu Pai, Totonho Mattos, antigo compositor serrinhense, autor da belas canções, entre elas “Gigante” em parceria com Nozinho Ferreira, o pai do ex prefeito Ferreirinha.

Algum tempo depois Marcelo Mattos vivenciou a formação de Márcio, o seu irmão mais novo no meio musical.
Além de outros, que consequentemente serviram de exemplo para a sua formação.

Marcelo, por sinal, aprendeu a tocar violão com Abgail.
Passou a compor com seu inseparável parceiro Fanal.

Realizou um dos seus grandes sonhos ao gravar o CD “Colibri”, produzido e mixado por Adriano Radelli Lima, com a participação especial de Célio Beguinha.

O repertório foi escolhido com esmero, incluindo composições de Jair Luz, Itamário, Totonho Mattos e Claudionor Ferreira e algumas de sua autoria, em parceria com Fanal.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Vicente Barreto, de guitarrista dos "deuses" a cantor e compositor de sucesso



Conheci Vicente Barreto em Serrinha, no início dos anos 70 tocando guitarra no conjunto musical “deuses”.

Tornamos-nos bons amigos. Eu sempre admirei o seu talento como um dos melhores guitarristas. (Nem preciso dizer que o violão ele também tocava com maestria)...

E ele dizia que admirava a minha maneira de cantar.

Nutríamos uma simpatia mútua.

Quando participei do Festival Estudantil em Serrinha, organizado pelo amigo “Lino” tive o privilégio de tocar uma das minhas músicas (Regina) com a guitarra de Vicente Barreto.

Na foto abaixo  Vicente Barreto, ao meu lado,
 segurando o microfone de um pequeno gravador que registrava o evento.


Algum tempo depois ele foi para São Paulo e conseguiu gravar vários discos, além de fazer diversas parcerias importantes:
 com Alceu Valença, Tom Zé, Paulo César Pinheiro, entre outros.

Confira alguns dos principais trabalhos musicais de Vicente Barreto.

 LP - Vicente Barreto
1. Vou Pra Campinas 02:41
2. Febre tamanha 02:51
3. Simples como deve ser 03:35
4. Achei um xote 02:57
5. Dia de cão 03:33
6. Trem bom 02:58
7. 7 Pontos cardeais 03:56
8. Tesoura de ouro 02:21
9. Bandeirolas no chão 02:31
10. Rabo de saia 03:58

Ficha Tecnica:
Produtor Fonográfico - Gravações Elétricas S/A
Direção Artistica - Pena Schmidt
Direção de Produção - Eduardo Assad e Vicente Barreto
Arranjos e Regências - Maestro Eduardo Assad
Técnicos de Gravação - Renaldo Maziero, Ely Bomtempo, João Campanha
Mixagem - Roberto Marques, Renaldo Maziero, Pena Schmidt e Eduardo Assad
Estúdio - Reunidos
Montagem Técnica - Carlos Ará e Paulinho
Corte - Tapecar RJ
Capa
Direção de Arte - Francisco C.Gonzaga
Foto - Gina Lobo
Produção Gráfica - Toni

Músicos Participantes:
Vicente Barreto - Violão Ovation
Eduardo Assad - Piano Fender e Prophet 5
Luiz Guilherme Rabello - Bateria e Percussão
Pedro Ivo Lunardi - Contra-baixo
Elias Almeida - Guitarra
Raul Carezzato Sobrinho - Percussão
Riverte de Oliveira Santos - Flauta
Coro - Cida, Rita, Loma, Nana Chaves
Violinos - Elias Sion (spalla), Caetano Finelli, Jorge G.Izquierdo,J orge Salim, Antonio F.Ferrer, Loreano Rabarchi, Audino Nuóez German
Violas - Michel Verebes, Alwin J. Oelsner
Cellos - Antonio Lauro Del Claro, Calixto Corazza.
January 1981
Continental
Fonte: http://vicentebarreto.bandcamp.com/

LP - RASGANDO A SEDA
por Vicente Barreto

1. Batida de Trem
2. Capim novo
3. Sina de poeta
4. Chula da Maria Preta
5. Cabelo sem pente
6. Rasgando a seda
7. Pelas Ruas Que Andei
8. Essa Menina
9. AFA
10. Cor das tardes
11. Pé na estrada
12. Jogando com a vida

créditos
lançado 01 de janeiro de 1983 WEA


Mão Direita
por Vicente Barreto

Mão Direita 00:00 / 04:44
1. Mão Direita 04:44
2. O Samba Localidade: Não Sai de Cartaz 03:24
3. Por Um Fio 04:11
4. Amizade e Prazer 04:34
5. Longa Estrada 04:32
6. Moreninha 02:59
7. Na Volta Que o Mundo Dá 03:38
8. A Notícia 03:05
9. Fuzuê 03:34
10. Menina do Brasil 03:44
11. O Rio Virou Sertão 04:31
12. Antes do Amor 03:25
13. Tarde Cinzenta 02:44
14. Senhora 03:20
15. Eterno Retorno 03:16

Há mais de 25 anos na estrada, o violonista, cantor e compositor baiano Vicente Barreto lança sua primeira compilação "O Melhor de Vicente Barreto - Volume 1". O CD reúne 14 grandes sucessos do artista, tais como Tropicana, em parceria com Alceu Valença, Hein?!, em parceria com Tom Zé, Na volta que o mundo dá, parceria com Paulo César Pinheiro, além de Mão Direita, com J. C. Costa Netto e A Cara do Brasil, com Celso Viáfora. Seu parceiro mais constante, Celso Viáfora, está presente ainda nas canções A Cara do Brasil, A Notícia e Por um fio. "O Melhor de Vicente Barreto - Volume 1" traz ainda uma música inédita Cisma, uma parceria com J.C. Costa Netto, defendida por Vicente, no Festival da Música Brasileira, promovido pela Rede Globo. "Para mim é uma grande satisfação, motivo de grande orgulho ser escolhido para ter uma compilação. Significa que a minha música está aí, na cabeça das pessoas, não é efêmera, veio para ficar", declarou o artista. E nunca é demais acrescentar: é apenas o volume 1.

Músicas
01 - Cisma
02 - Diolinda
03 - A notícia
04 - Mão direita
05 - Por um fio
06 - Toada da vida
07 - Talvez você
08 - Ano bom
09 - Na volta que o mundo dá
10 - Longa estrada
11 - Hein?!
12 - Menino pandeiro
13 - A cara do Brasil
14 - Suinguiando o coração
15 - Tropicana



Compilação dos três discos lançados pela Dabliú.

Site: www.mpbnet.com.br/musicos/vicente.barreto twitter.com/vicentebarreto
Myspace:
www.myspace.com/vicentebarreto


Foto de Alceu Valença:admusicaalberto.blogspot.com






segunda-feira, 6 de maio de 2013

Meu amigo Gatinho do Carimbó tornou-se Marcelo Reis para fazer sucesso com “Placa de Venda”


O cantor e compositor cearense, Marcelo Reis iniciou a carreira como vocalista de um conjunto musical aqui na Bahia.
Depois, iniciou a carreira solo, adotando o nome artístico de Gatinho do Carimbó, com o qual gravou um compacto.

De passagem por Serrinha no final dos anos 70 e início dos anos 80 tornou-se meu amigo e parceiro.
“Peregrino foi a nossa primeira composição”.
Na época inclusive ele namorou uma das minhas amigas, deixando-a cheia de esperança.
E de repente resolveu viajar para São Paulo, acabando com o sonho da morena serrinhense.

Em 1981, lançou seu primeiro LP.
Por essa época, recebeu em Canela, no Rio Grande do Sul, o troféu Vinícius de Moraes, dado pela Associação Brasileira de Produtores Fonográficos, por sua vendagem em compacto simples.

Já gravou dez discos, entre os quais, os CDs Brega de ouro, Sequelas da paixão e Placa de venda.
Entre seus sucessos como compositor estão Homem de saia, gravada pelo Trio Nordestino e Todo mundo lá tem culpa, por Zé Nilton.

Em 2002, lançou o CD Marcelo Reis e musical placa de venda, pela Ouro Record's, com destaque para a música Placa de venda, de sua autoria e Belinho.

Em 2003, partcipou da Super Coletânea Brega, com as músicas Placa de venda e Fogosa, ambas parcerias com Belinho.

Em 2005, teve as músicas Placa de venda, com Belinho, Aprenda coração, com Aracílio Araújo, Chorar por amor, com Maurílio Costa, e Quem sabe sou eu, com Edel Reis, gravadas por Luano no CD Simplesmente brega.

Sua carreira sofreu influência do cantor Adilson Ramos, a quem conheceu pessoalmente.

Obra

Aprenda coração (c/ Aracílio Araújo), Chorar por amor (c/ Maurílio Costa), Fogosa (c/ Belinho), Placa de venda (c/ Belinho), Quem sabe sou eu (c/ Edel Reis).

Discografia

Brega de ouro -  LP - 1980
Sequelas da paixão - LP - 1980
Marcelo Reis - LP - 1981
Placa de venda - CD - s/d
Marcelo Reis - CD - 2002


Com informações do: Dicionario MPB, O Nordeste.com e Cifrantiga2.


Placa de Venda
(De: Marcelo Reis e Belinho)

Vou botar placa de venda nesta casa
Do contrário terei que abandoná-la
A mulher que eu amava foi embora
E nesta casa não consigo mais morar

De que vale uma casa assim tão grande
Sem o carinho de uma mulher amada
Para muitos ela pode valer tudo
Mas para mim ela já não vale nada

Vende-se uma casa
Dar-se por um preço qualquer
Eu não vou morar sozinho
Sem o amor desta mulher

Vende-se uma casa
Ao primeiro que chegar
Eu darei por qualquer preço
Aqui eu não posso morar

Acesse o endereço abaixo para ouvir a música
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=8vAgaNHA4wE#!



quinta-feira, 2 de maio de 2013

Antonio Carlos Cerqueira outro amigo que gravou em 1985


Nas muitas andanças pelas emissoras de rádio para divulgar as minhas músicas tive o prazer de conhecer um versátil comunicador.
Logo, tornou-se meu amigo por ser uma pessoa sensível, atenciosa e humana.

Divulgou por livre e espontânea vontade todos os meus discos e sempre abriu os microfones da rádio Sociedade de Feira, durante os seus programas para que eu mandasse o meu recado para os seus ouvintes.
Antonio Carlos Cerqueira que fez um incrível sucesso com o “MUSICAL DENTRO DA NOITE”, tocando melodias românticas e declamando poemas.

O programa tinha na época uma grande audiência.
Era um dos mais ouvidos no interior da Bahia.
Devido ao seu romantismo ficou conhecido ainda como o “Professor do Amor”.

Em 1985 também teve a oportunidade de gravar um disco, lançado pelo selo “BEVERLY”.

Um compacto-duplo com as músicas:

Amar Sozinho Doi, em parceria com Carmen Lúcia
Sua Família Proibiu, em parceria com José Rioberto Pazzi
Genio Forte, composição de Luiz Milani e Romildo Cerqueira
E Tudo Mudou, de sua autoria em parceria com Luiz Lima.




Antonio Carlos Cerqueira  e Valter Vieira.
Foto: Google.com