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quinta-feira, 25 de abril de 2013

Meu amigo Silvério Silva também gravou nos anos 80


Nos anos 80 quem também gravou foi o meu amigo, o radialista, Silvério   Silva, que apresentava um programa de grande audiência na Rádio Sociedade de Feira de Santana, diariamente as 14h00.
Programa Silvério Silva Show.

Na época eu estava trabalhando um dos meus discos quando em visita a emissora feirense tive a honra de conhecê-lo.

E o Silvério me deu a maior força.
Abriu o microfone do seu programa para que eu me apresentasse ao seu público ouvinte e tocou minhas músicas inúmeras vezes.

Depois, eu o convidei para participar do Festival Estudantil, que realizei em Serrinha, como integrante da Comissão Julgadora.
Ele prontamente atendeu.

Mas, há um bom tempo não vejo o meu bom amigo Silvério Silva.
No entanto, guardo o seu disco em minha discoteca particular, até hoje.


quarta-feira, 24 de abril de 2013

O Primeiro LP do Serrinhense Fábio Paes



Foi em 1984, que eu tive o prazer de conhecer o trabalho musical do serrinhense, meu conterrâneo, Fábio Paes.

Naquela época ele estava divulgando o LP “Pensando na Alegria”, com algumas músicas de sua autoria e outras em parceria com jovens compositores de Serrinha e região.

Além de cantador, poeta popular, tornou-se historiador e professor da Universidade Federal da Bahia.

Filho de Edson Paes Cardoso e de dona Analice Barreto, nascido em 09 de dezembro de 1951.

Seu primeiro LP faz parte da minha Biblioteca particular.


sexta-feira, 19 de abril de 2013

Meu amigo Chico Oliveira e seu primeiro disco



O Conjunto Espa+Som+Nautas, do qual eu sou um dos fundadores começou com a participação do sanfoneiro, conhecido como “Louro”, o guitarrista, João de Matos, o contrabaixista Milton, o baterista Flávio e tocando gaita, o também compositor e meu parceiro, Nilton Mendes.

Depois chegaram: Raimundo para tocar bateria e Zequinha, tecladista, também conhecido pelo apelido de “Chega-Chega”.

Através de Zeca do teclado, algum tempo depois conheci o seu irmão Chico Oliveira que estava gravando o seu primeiro disco.

Se não me falha a memória foi em 1986 que ganhei de presente o seu compacto duplo, autografado.


No disco as músicas
Lado A: “Ah se eu pudesse”, de sua autoria e “Beijo Molhado” em parceria com Bombom.
Lado B: “Amor Natureza”, de autoria de Zeca do Teclado e “Forró Brasileiro”, composição de sua autoria.


A CARREIRA
(com informações da Assessoria do Cantor)
Chico d’Oliveira começou cedo cantando em programas de calouros, depois foi baterista, acompanhando grandes nomes da música brasileira como: José Augusto, Jerry Adriane, Fernando Mendes, entre outros. Foi também guitarrista até gravar o seu primeiro disco e fazer carreira solo. Fez vários programas de TV nos anos 90, tais como: Ao pé da fogueira da TV Itapoan, Show da tarde, Conversa de botequim, entre outros. Participou do Projeto Forró Brasileiro na Argentina representando não somente Euclides da Cunha, mas também a Bahia. Depois teve uma breve parada com a música, neste período lançou o Projeto Chico d’Oliveira que foi também grande sucesso em toda região. No ano 2000 gravou seu primeiro CD e vem mantendo uma regularidade de um cd a cada ano, durante este tempo já gravou Brega, MPB, Seresta e Forró. “Posso até mudar o gênero musical, mas o meu estilo será sempre o mesmo, não gosto muito de imitar ninguém”, argumentou o cantor.
O cantor Chico d’Oliveira natural de Euclides da Cunha - Bahia.


O Autógrafo que ganhei em 1986

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Daudet outro parceiro de batalha que gravou



Em 1992, outro parceiro de batalha conseguiu gravar o seu disco realizando um velho sonho.

Chegou a fazer shows até em cima do trio.
Guitarrista, compositor e cantor, meu amigo Daudet, natural de Conceição do Coité.

Hoje, depois de vinte anos ainda tenho o seu LP em minha discoteca particular.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Minha amiga Reginalva mostrando o talento da mulher nordestina em 1979


Em 1979, durante as minhas andanças pelas emissoras de rádio para divulgar o meu disco da época, tive o prazer de conhecer uma grande forrozeira.

A cantora Reginalva que também estava lançando o seu trabalho musical em forma de LP, mostrando o talento da mulher nordestina.

Ganhei o seu disco de presente, autografado.

Relíquia que guardo até hoje na minha discoteca particular.






sexta-feira, 12 de abril de 2013

Meu amigo Tony Lee lançou música no carnaval de 1984




Foi exatamente no final do ano de 1983 que o meu amigo Tony Lee começou a preparar a sua música para o carnaval do ano seguinte, quando foi lançada, logo no início do ano, fazendo parte de um compacto-duplo, juntamente com outros novos artistas que também buscavam o seu espaço no cenário musical brasileiro.







Minha amiga Lane Helena gravou um compacto-simples em 1983



Em 1983, quando eu realizava um trabalho de divulgação de um dos meus discos tive o prazer de conhecer uma cantora baiana que também havia gravado pela Fermata e estava na batalha em busca do seu lugar ao sol.



Lane Helena gravou um compacto simples com as músicas compostas por Tirço de Roma:

Anjo Pequeno (Lado A)
E Supremo Beijo (Lado B)

Em 14 de julho daquele ano, ela me ofereceu um disco autografado que eu guardo até hoje, quase 30 anos depois.



sexta-feira, 5 de abril de 2013

Na minha gestão como Presidente da 30 de Junho recebi instrumentos musicais doados pelo Governo do Estado

Fachada da 30 de Junho. Foto: margo-osilencioquefala.blogspot.com

Por indicação de Dr. Hamilton Safira Andrade eu terminei assumindo a presidência da Sociedade Recreativa e Cultural Filarmônica 30 de junho, após ser eleito por aclamação, no segundo semestre de 1980.

Logo que assumi, a nossa Filarmônica foi cadastrada pelo Governo do Estado sendo convidado em seguida a comparecer ao Teatro Castro Alves, em Salvador para receber vários instrumentos musicais, entre eles: Violinos, Sax, Trompete, Clarinetes, Trombone de Vara e Pistom.

Também fui convidado para fazer um curso de atualização para Mestre de Bandas na cidade de Feira de Santana, para onde me desloquei durante quase dois meses, nos dias de terça e quinta-feira.



Ao término, em 12 de junho de 1981, recebi o Certificado emitido pelo Ministério de Educação e Cultura, Fundação Nacional de Arte, Instituto Nacional de Música, Governo do Estado da Bahia, Secretaria do Trabalho e Bem Estar Social e Programa de Apoio às Sociedades Filarmônicas.





Crédito da foto: filamonica30dejunho.wordpress.com


No resumo da história da 30 de Junho, o jornalista Tasso Franco não menciona o meu nome, mas eu exerci mandato de um ano a frente da entidade, no período de 1980/1981 (Depois de Safira e antes de Celso Boaventura),
Foi tudo lavrado em ata, na época.


Resumo da História da Filarmônica 30 de Junho, segundo Tasso Franco.


Em 19 de abril de 1896, nascia em Serrinha a Sociedade Philarmonica 30 de Junho, da união de jovens interessados nas culturas musical, teatral e de belas artes, hoje, Sociedade Recreativa e Cultural Filarmônica 30 de Junho, que teve este nome em homenagem a data de elevação da vila à condição de cidade.

No artigo 6 – § 1 do então estatuto, tinha como objetivo organizar uma biblioteca para uso dos associados; promover a criação de um teatro amador; realizar festas comemorativas das grandes datas cívicas; concertos musicais e reuniões recreativas, incrementando entre os associados o gosto pelo cultivo das belas artes, com cursos de pintura, desenho e canto.
Pela Filarmônica passaram vários presidentes. O primeiro Aurélio Dionísio de Almeida depois vieram o Coronel Antonio Pinheiro da Motta, Dr. André Negreiros, Dr. José Vilalva, Sr. Antonio Bacelar quando, em 1948, o então Prefeito João Barbosa doou um terreno para construção de sua sede própria, onde hoje funciona a Rua Mariano Ribeiro n.º 45, centro da cidade de Serrinha, prédio este, construído pelo saudoso José Ramos de Menezes e seus irmãos com a ajuda da sociedade Serrinhense.
Achando pouco uma Filarmônica, a 30 de Junho, em 1911 o intendente Luiz Nogueira, resolveu fundar a 15 de novembro, que existiu até 1920. Em 1940 um grupo de músicos do povoado do Tanque Grande fundou, também, a 29 de Junho que até 1972 ainda atuava. Logo, houve época em Serrinha de termos três Filarmônicas em funcionamento.

Crédito da foto: filamonica30dejunho.wordpress.com

Tivemos vários momentos na Filarmônica 30 de Junho, inclusive momentos de decadência como o ocorrido em 1960, tendo sobrevivido a duras penas nas gestões do presidente José Ramos de Menezes. Com a morte deste, assumiu a presidência o então Prefeito, Mariano Santana, sendo substituído por Dr. Hamilton Safira.
Entre 1981 e 1989, a Filarmônica retornou as ruas graças ao trabalho do maestro Celso Boaventura que também fazia o papel de presidente da entidade.

Em agosto de 1989, com o apoio da Loja Maçônica assume a presidência o Sr. Manoel de Souza Nunes que num belo trabalho a frente da Filarmônica, projetou-a nacionalmente com diversas apresentações patrocinadas pela UNICEF e pelo Governo do Estado da Bahia. Neste período, também, conseguiu recursos do Governo através do Dr. Paulo Souto, quando recuperou totalmente sua sede.
Inúmeras foram as apresentações, sempre renovadas com a inclusão de jovens de nosso município resultando no título de campeã e vice-campeã do festival de Filarmônicas do recôncavo baiano.

Vários foram nossos maestros fazendo a historia da Filarmônica: Vianinha, Marreta, Azevedo, Celso, e muitos outros aqui esquecidos. O Maestro Bernardo, que fez parte do trabalho de recuperação presidido por Sr. Nilton e pela atual gestão, residindo em Feira de Santana e falecido em abril de 2007.
De 2003 em diante preside Isaac Álvaro da Silva tendo como maestro o Sargento Martins.
De 2008 para cá ainda na presidência Sr, Isaac Álvaro da Silva, recebe o filho da casa Anderson José de Matos como o novo maestro.

Crédito da foto: filamonica30dejunho.wordpress.com

Muitas são as dificuldades, principalmente de mante-la viva, atuante, cumprindo seu papel na sociedade serrinhense. Mesmo assim, a atual diretoria procurou ampliar as atividades pondo em prática objetivos traçados no seu estatuto de manter em funcionamento a escola de música, hoje com quase 60 alunos, o Telecentro 30 de Junho de inclusão digital que em parceria com a Redeserra, Atrib, Casa Nova, Banco do Brasil e CDI coloca a disposição de jovens carentes uma escola de informática com 10 computadores e 100 vagas por quadrimestre; uma biblioteca com mais de 1.500 volumes; uma videoteca com mais de 60 fitas e já tivemos experiências de Teatro, Canto e Dança.

Sonhamos com muitas parcerias, inclusive com a escola de música da UFBA para que possamos melhorar o curso de música resultando em bons músicos de instrumentos de sopro, percussão e cordas.
Iniciamos em julho de 2007 uma parceria com a Prefeitura Municipal que como reconhecimento e a boa vontade do Sr. Prefeito e do Secretario de Educação passamos a contar com quatro funcionários da Prefeitura a disposição da Filarmônica e o patrocínio das despesas com a contratação do novo Maestro. Possuímos 60 sócios ativos que contribuem financeiramente para que a Filarmônica continue e sabemos que muitos a admiram desejosos por uma boa atuação.


Crédito da foto: filamonica30dejunho.wordpress.com

Todo este trabalho tem, também, bons resultados, graças a dedicação do grupo de jovens que dirigimos. Com toda dificuldade, jovens carentes, ainda encontram tempo para se dedicarem a Filarmônica e a boa Música.

A melhor historia não é aquela que se escreve e sim a que se faz. A Filarmônica precisa continuar fazendo a historia, para isso precisa continuar contando com a ajuda de seus sócios, imprescindível na geração de receitas. Precisa, também, contar com o apoio do poder público nas mais diversas parcerias de sustentação das suas atividades e do Legislativo Municipal na regulamentação do artigo 200 da Lei Orgânica do município onde diz que:

O município de Serrinha subvenciará obrigatoriamente a FILARMONICA 30 DE JUNHO, declarada de utilidade pública por Lei Municipal, com o objetivo de preserva-la para atuais e futuras gerações”.
FILARMONICA 30 DE JUNHO – 113 ANOS DE ARTE, CULTURA E BOA MÚSICA.

Logo: filarmonica30dejunho.org.br

terça-feira, 2 de abril de 2013

Minhas músicas foram editadas na “Sonata” e na “Compasso Musical”



Quando os produtores davam o ok para a gravação de um disco, enviavam logo as letras das músicas e uma fita com a melodia para a Editora escolhida, que imediatamente preparavam as partituras musicais.

Algumas composições foram para a “Compasso Editora Musical Ltda
Outras para a “Editora Musical Sonata Ltda”.

As músicas editadas ainda proporcionavam a segurança para o recebimento dos valores referentes aos direitos autorais que eram depositados automaticamente em uma conta especial dos estabelecimentos bancários conveniados.

O ECAD (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) sempre foi o responsável pela arrecadação e distribuição dos valores referentes as execuções das músicas no rádio e na TV.
Os valores eram rateados com os autores musicais.
Enquanto que a Socinpro distribuia o valor arrecado, com os intérpretes.





A SOCINPRO

Informações Gerais

SOCINPRO é a sigla da Sociedade Brasileira de Administração e Proteção de Direitos Intelectuais. Como diz seu próprio nome, sua principal atividade - desde 1962 quando foi fundada - é administrar e proteger obras artísticas de músicos, intérpretes, compositores, autores, editores, produtores. Seu atual quadro de associados é composto por cerca de 13 mil profissionais de todo o país, que também recebem da Socinpro assistência social e orientação para questões relacionadas ao cotidiano artístico.


No Brasil, é uma das seis sociedades-membro que formam e administram o ECAD (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) - responsável pela cobrança do direito autoral em território nacional. Junto ao Congresso Nacional, a SOCINPRO advoga em prol de seus associados pela atualização da legislação de direito intelectual e pelo combate à pirataria.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Minhas músicas foram submetidas ao Departamento de Censura Federal e liberadas para execução pública


Em 1978, quando me preparava para gravar o primeiro disco fui orientado a enviar um ofício ao Chefe do Serviço de Censura de Diversões Públicas do Departamento de Polícia Federal, em São Paulo.

Na época eu residia em um pensionato, na rua Cesário Alvim, no Belenzinho, na capital paulista e trabalhava em uma instituição bancária situada à avenida Celso Garcia.

Através oficio solicitei a verificação censória das letras musicais de minha autoria, relacionadas em uma folha em anexo.

Depois da primeira experiência aproveitei e repeti o pedido com outras músicas, em 30 de novembro daquele ano.

No período entre julho de 1968, quando compus a primeira canção intitulada “Primeiro Amor” e 06 de julho de 1971, quando escreví a última, com o título “Fato Casual”, antes de me tornar profissional foram exatamente 182 composições.


E todas elas foram submetidas a apreciação do Departamento de Censura Federal, sendo liberadas para gravação ou simplesmente execução pública.