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domingo, 31 de março de 2013

Minha primeira anuidade paga à Ordem dos Músicos do Brasil, em São Paulo



Quando eu fui morar na Capital Paulista, inicialmente trabalhei em um estúdio de dublagem na Lapa contratado por Pierangela Bianco Piquet, responsável pelo departamento pessoal.

A empresa inicialmente se chamava AIC, depois se juntou a BKS.

Depois passei a trabalhar em uma instituição bancária e ao mesmo tempo cantava em restaurantes, clubes e bares.

Foi quando conheci JB Araújo, ele ao saber do meu desejo de gravar a conhecida "bolacha preta", me levou até a Condor Discos e me apresentou ao Clementino Torres, proprietário e produtor musical.

Lá, na Condor Discos gravei meu primeiro compacto-simples em 1978.

No ano seguinte me recadastrei na Ordem dos Músicos do Brasil, Conselho Regional do Estado de São Paulo, já que eu era cadastrado inicialmente, em Aracaju, capital de Sergipe.

A minha primeira contribuição aconteceu após o recadastramento, em 22 de outubro de 1979, ainda como músico prático.

O Valor da contribuição lembro muito bem porque tenho o recibo guardado até hoje.

Na verdade é uma guia de recolhimento.
Exatamente Cr$ 559,00 (Quinhentos e Cinquenta e Nove Cruzeiros), referentes a anuidade (Cr$ 220,00); Pecúlio (Cr$ 30,00); firma (15,00) e outra taxa que não lembro qual era, no valor de Cr$ 44,00.


AIC/BKS
Em seus quase 14 anos de existência (1962-1976), a AIC Possuiu um elenco de vozes notáveis, muitos oriundos do Rádio e da nossa TV que iniciava.

A tecnologia ainda era modesta, porém a competência de seus profissionais fez a história da dublagem brasileira.


A AIC fez "escola" e lançou novos nomes, os quais muitos deles ainda estão participando do Universo da Dublagem Brasileira.



Estúdio de Dublagem AIC-São Paulo.
Local do meu primeiro emprego na Capital Paulista.

BKS é líder desde 1958 e premiado estúdio de dublagem, legendagem e animação com sede em São Paulo, Brasil, e escritórios em Miami, EUA e Chennai, na Índia.

sábado, 30 de março de 2013

Em 1979 me associei a SICAM



           Em 21 de maio de 1979, já com dois discos gravados, um compacto-simples e um compacto duplo passei a fazer parte do quadro de sócios da SICAM - Sociedade Independente de Compositores e Autores Musicais, tendo sido matriculado com o número 6372.

           Algum tempo depois comecei a receber os direitos autorais pela execução das minhas composições nas emissoras de rádio.

Na verdade nunca recebi nem 1%, do que eu esperava, mas pelo menos lembravam de mim...



sexta-feira, 29 de março de 2013

Minha primeira identidade musical



        Em 17 de setembro de 1970  fiz a minha inscrição na Ordem dos Músicos do Brasil, Conselho Regional de Sergipe, na condição de Guitarrista, Contra-Baixista e Cantor, mas só recebi a carteira um ano depois após comprovar que eu cantava e tocava em restaurantes, clubes, bares e em outros recintos.

       Exatamente em 21 de setembro de 1971 passei a exibir com orgulho a minha carteira de músico.

         Carteira essa que lamentavelmente andou sumida por bom tempo.
      Tanto que quando fui residir em São Paulo tive que solicitar outra carteira, que terminei não recebendo porque eu já era inscrito em Sergipe.

          Algum tempo depois reencontrei a minha primeira identidade musical.


Jorge Luiz ganhou Troféu “O Maioral”, em todas as edições do evento realizado de 92 a 95


No período de 1992, a 1995, na condição de empresário e apresentador, Aloísio Farias realizou o Maioral do Ano a cidade de Serrinha com o apoio de Raimundo Pinho, representante da Antárctica na região.

A equipe de trabalho comandada por Farias fazia uma pesquisa no município com o intuito de confirmar os nomes das empresas, dos empreendedores, dos radialistas, cantores, compositores e outros mais que se destacavam durante o ano.


Eu, Jorge Luiz, na condição de cantor e compositor, tive a felicidade de ser indicado em todas as edições de “O MAIORAL”.

Anualmente os vencedores recebiam um troféu estilo diploma no palco da AABB, durante solenidade de gala, com duração de cerca de três horas, contando com a presença da sociedade serrinhense.






quarta-feira, 27 de março de 2013

Minhas primeiras amigas que gravaram um disco



Ainda em 1973, depois que Agildo Alves gravou o seu segundo trabalho musical, as minhas amigas do Quarteto Instant 4 (Lina, Ady, Dina e Bel) também foram convidadas a concretizar um grande desejo.

Acreditando no potencial daquelas meninas humildes e talentosas o Empresário-Compositor Hugo Costa em parceria com a gravadora JS realizou mais um sonho.


Do lado A do compacto duplo:
Retratos de Aracaju e Domingo de Atalaia.
No lado B:
Como pintar o sertão para expor o quadro na Bienal e Gemini.

Os Arranjos e a regência ficaram por conta do Maestro Carlos Lacerda.
Ténico de som: Djalma Bahia.
Produção e Direção Geral: Jorge Santos.








Agildo Alves meu primeiro amigo a gravar um disco



Em 1973, eu ainda nem sonhava que um dia pudesse gravar um disco, mas vivia assistindo shows, ouvindo programas de rádio e visitando as emissoras de Aracaju, além de cantar no Domingo em Festival e em várias cidades do interior de Sergipe.

Inclusive tinha o hábito de escrever cartas para os programas da Rádio Jornal de Sergipe, Difusora, Cultura e Liberdade solicitando as músicas que eu gostava.


Foi então, que o Cantor Agildo Alves me falou que ia gravar o seu segundo trabalho musical.

Não demorou muito e foi lançado o compacto “PRELÚDIO EM TOM VOCÊ”, com mais três composições, de Maria Olívia:
Caminhada, Maria 73 e Milagres do amor.

O compacto-duplo foi gravado em Salvador no Estúdio JS, localizado na travessa d’Ajuda



sábado, 23 de março de 2013

“Tape” era preparado em Fita de Rolo



        Antigamente para se gravar um disco era preciso preparar um “Tape”, em uma fita de rolo.

        Inicialmente era preparado o play-back da música com os instrumentos musicais.

        Em seguida era colocado o coral e por fim a voz do artista.

        Quando essa etapa estava pronta o técnico de mixagem entrava em ação pra fazer a sua parte.

        Muitas vezes outro técnico especialista fazia o “corte” e enviava o Tape para que a indústria fonográfica fizesse a prensagem das cópias do disco.

        Esse processo foi realizado em todos os discos que gravei de 1998 até 2007.

Prensagem é o processo industrial de multiplicação da matriz de cd ou DVD.


Prensagem moderna: Crédito da foto: 3.bp.blogspot.com

Gerente de banco foi o primeiro a comprar meu disco


          Quando gravei o meu primeiro disco, um compacto simples, com as músicas: “Quero que Seja Feliz” e “Não Vivo sem Você”, ambas de minha autoria, eu era funcionário de um estabelecimento bancário, em São Paulo.
Trabalhava justamente na agencia localizada no bairro do Brás, na Capital Paulista.

          E lá tive a felicidade de vender muitos discos aos clientes.
Aliás, também aos outros funcionários e até ao gerente, Sr. Dirceu, que por sinal foi o primeiro a comprar a minha bolacha preta.
E ele comprou logo dois discos para dar um empurraozinho na minha carreira artística.

          Vale destacar que o Sr. Dirceu sempre demonstrou ser um bom amigo, além de ser um excelente patrão.