segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Samba 'Sem marcas de dor' é prévia do primeiro álbum da dupla Prettos


Texto: Mauro Ferreira
Fonte: G1.Globo.com
Foto: Reprodução.
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)


(Crédito da imagem: Os Prettos em foto de divulgação de Alex Pires)

Após terem integrado por 18 anos o Quinteto em Branco e Preto, extinto grupo paulistano de samba com o qual gravaram quatro álbuns lançados entre 2000 e 2012, os irmãos Magnu Sousá e Maurílio de Oliveira pretendem apresentar neste ano de 2017 o primeiro álbum da dupla Prettos, formada por eles na sequência da dissolução em 2014 do referencial Quinteto. Arquitetado desde 2015, o álbum da dupla paulistana vai se chamar Essência da origem e já tem um single na web. Trata-se de Sem marcas de dor, samba composto por Magnu e Maurílio em 1994, mas até então nunca gravado em disco.


Fundadores em 2000 da Comunidade Samba da Vela, projeto que ajudou a dar visibilidade ao samba feito em Sampa, os irmãos preparam álbum em que o samba vai ser cantado com influências de gêneros musicais como jazz, pop, rap, baião e rock, entre outros ritmos. Um dos sambas inéditos do repertório do álbum Essência da origem é Além dos meus sentidos, composto pelos Prettos em parceria com o bamba carioca Wilson das Neves.


                                                                                                         
  


sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Ivan Lins avaliza mergulho de Gabriel Martins, filho de Vitor Martins, em CD


Texto: Mauro Ferreira
Fonte: G1.Globo.com
Fotos: Reprodução
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)




Filho do compositor paulista Vitor Martins, principal parceiro do cantor, compositor e músico carioca Ivan Lins, Gabriel Martins vai lançar o primeiro álbum, Mergulho, em março deste ano de 2017. Ivan avaliza o disco, não somente assinando duas músicas com Gabriel – Os encantos da lua e Valsinha do mar – como também participando das duas faixas, declamando texto em Os encantos da lua e tocando em Valsinha do mar.

Gravado no estúdio Galeão, na cidade de São Paulo (SP), com produção de Rubem Farias e Zé Victor Torelli, o disco Mergulho versa sobre a natureza. Planador é a música escolhida como primeiro single do álbum, que vai ser editado pela gravadora Galeão, derivada da antiga Velas, companhia fonográfica independente aberta em 1991 por Ivan com Vitor Martins e o produtor Paulinho Albuquerque (1942 – 2006).







Com 11 faixas gravadas com as participações de músicos como Cuca Teixeira, Leo Amuedo, Neymar Dias e Rubem Farias, Mergulho é disco instrumental que transita, climático, por ritmos como rock, reggae e lounge jazz à moda brasileira.

(Crédito das imagens: capa do álbum Mergulho. Ivan Lins e Gabriel Martins em foto de Marina Decourt).











quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Laila, cantora de 'Rock story', projeta voz de Laila, boa cantora da vida real


Texto: Mauro Ferreira.
Fonte: G1.Globo.com
Fotos: Reprodução.
Edição: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)


(Crédito da imagem: Laila Garin em cena de Rock story. Foto de Paulo Belote / TV Globo)


Os nomes são iguais – e certamente a identidade equivalente não é mera coincidência, mas uma opção da direção da novela. Cantora e atriz baiana que ganhou projeção nacional em 2013, ao interpretar Elis Regina (1945 – 1982) em musical de teatro sobre a vida da cantora gaúcha, Laila Garin vive uma cantora também chamada Laila na novela Rock story, atual atração da TV Globo no horário das 19h30m. O caráter da personagem é duvidoso. Contudo, Laila – a personagem – serve para projetar Laila, uma (ótima) cantora na vida real.

Recentemente, a gravação do DVD de Laila – a personagem – mostrou todo o talento de Laila – a cantora real. Foi quando Laila interpretou Não me arrependo (2006), música de Caetano Veloso, feita pelo compositor baiano como recado pacificador à mulher Paula Lavigne, de quem havia se separado recentemente. Mesmo destoando do conceito roqueiro e indie do álbum Cê (2006), a canção conseguiu sobressair por ostentar uma das melodias mais belas de Caetano. Veículo para intérpretes intensas, a letra também discute (o fim da) relação sob prisma original.




Em cena anterior de Rock story, Laila já havia cantado Não me arrependo para tentar conquistar Gordo (Herson Capri), o empresário diretor da gravadora Som Discos, fictícia companhia fonográfica da trama escrita por Maria Helena Nascimento e dirigida por Dennis Carvalho (diretor, aliás, do musical sobre Elis). Ao dar voz à canção de Caetano, a Laila da ficção pega emprestado número de Rabisco, show feito desde 2015 pela Laila da vida real com o trio A Roda.

Perfeito, o show gera neste ano de 2017 álbum – o primeiro de Laila Garin – que terá faixas adicionais produzidas por Nelson Motta. Uma das músicas do disco é Sonhos pintados de azul (Dani Black, 2015), música-tema de Laila, a personagem, na trilha sonora de Rock story.

Enfim, a Laila da ficção e a da realidade têm em comum a voz, a habilidade de cantar bem, dando personalidade a canções até então associadas a outras vozes. O melhor é que, após a saída de cena de Laila da trama de Rock story, o Brasil já teve bela amostra do talento vocal e da capacidade de interpretação dessa expressiva cantora real.


                                                                                                         




sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Banda com filho e netos de Gil, Sinara adianta álbum com o single 'Sem ar'


Texto: Mauro Ferreira
Fonte: G1.Globo.com.br
Imagens: Arquivo ASES e Google.com.br
Edição: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)


(Crédito da imagem: capa do single Sem ar, da banda Sinara)


Dois anos após a edição do EP Sol (2015), Sinara – banda carioca formada por um filho (José Gil, no posto de baterista) e dois netos (João Gil e Francisco Gil, nas guitarras) do cantor, compositor e músico baiano Gilberto Gil – lança o primeiro single do álbum que o quinteto vai lançar neste ano de 2017. 

Disponível nas plataformas digitais a partir de amanhã, 13 de janeiro, o single Sem ar é power balada que mostra face mais romântica da banda também integrada por Luthuli Ayodele (vocalista e principal compositor da Sinara) e Magno Brito (no baixo).

O single Sem ar chega às plataformas em edição da gravadora Sony Music.







       


quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Com a 'voz tamanha', Márcio Gomes canta Caetano em gravação no Rio

Texto: Mauro Ferreira
Fonte: O Fuxico.com.br /
Foto: Reprodução / Facebook Slipknot
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)




Foi na casa de shows Imperator – situada no Centro Cultural João Nogueira, no subúrbio da cidade do Rio de Janeiro (RJ) – que o cantor carioca Márcio Gomes conquistou nos últimos anos público fiel (formado por senhoras) com apresentações vespertinas.

Nada mais natural, pois, que o artista tenha escolhido a casa carioca para fazer o segundo registro ao vivo da discografia. Cantor de voz volumosa, geralmente posta à moda empostada da era pré-Bossa Nova, Gomes sobe ao palco do Imperator às 16h de hoje, 11 de janeiro de 2017, para gravar o CD Eternas canções ao vivo, derivado do último disco de estúdio do cantor, lançado há dois anos.


Com produção de Thiago Marques Luiz, piloto desse CD anterior, a gravação ao vivo tem roteiro obviamente centrado no repertório do álbum independente Eternas canções (2015), no qual Márcio Gomes registrou músicas como Prelúdio pra ninar gente grande(Menino passarinho) (Luiz Vieira, 1962), Carlos Gardel (Herivelto Martins e David Nasser, 1954) e Luzes da ribalta (Limelight / Eternally) (Charles Chaplin, 1952, em versão em português de Braguinha e Antonio Almeida, 1953).

Com sinatriano arranjo orquestral, Gomes também cantará Força estranha (Caetano Veloso, 1978) com a voz tamanha.


                                                                                             



segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

'Game Of Thrones' perde prêmio em Globo de Ouro


Fonte: IBahia.com
Fotos: Reprodução
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)


A trama vencedora da categoria foi 'The Crown' e que também ganhou em melhor atriz de série dramática.



Abrindo a temporada de premiações em 2017, o 'Globo de Ouro' foi apresentado no domingo (8) e logo de início trouxe uma surpresa. Queridinha, a série 'Game Of Thrones' perdeu na categoria de melhor série de drama para 'The Crown' e que também ganhou em melhor atriz de série dramática. 

Quem também se destacou na noite de premiações foi o filme 'La La Land: Cantando Estações'. O longa foi o que mais recebeu prêmios no Globo de Ouro, reunindo sete estatuetas nas categorias roteiro e direção (Damien Chazelle), filme de comédia ou musical, atpr (Ryan Gosling), trilha e canção original.







Confira a lista completa:

Categorias de Televisão

Série de drama
'Stranger Things'
'The Crown'
'Game of Thrones'
'Westworld'
'This Is Us'








Série de comédia ou musical
'Atlanta'
'Black-ish'
'Mozart in the Jungle'
'Transparent'
'Veep'


Minissérie ou filme feito para a TV
'American Crime'
'The Dresser'
'The Night Manager'
'The Night Of'
'The People v. O.J. Simpson: American Crime Story'

Atriz de série dramática
Caitriona Balfe ('Outlander')
Claire Foy ('The Crown')
Kerry Russell ('The Americans')
Winona Ryder ('Stranger Things')
Evan Rachel Wood ('Westworld')


Ator em série dramática
Rami Malek ('Mr. Robot')
Bob Odenkirk ('Better Call Saul')
Matthew Rhys ('The Americans')
Liev Schreiber ('Ray Donovan')
Billy Bob Thornton ('Goliath')


Atriz em série de comédia ou musical

Rachel Bloom ('Crazy Ex-Girlfriend')
Julia Louis Dreyfus ('Veep')
Sarah Jessica Parker ('Divorce')
Issa Rae ('Insecure')
Gina Rodriguez ('Jane the Virgin')
Tracee Ellis Ross ('Black-ish')


Ator em série de comédia ou musical
Anthony Anderson ('Black-ish')
Gael Garcia Bernal ('Mozart in the Jungle')
Donald Glover ('Atlanta')
Nick Nolte ('Graves')
Jeffrey Tambor ('Transparent')








Atriz em minissérie ou filme feito para a TV
Felicity Huffman ('American Crime')
Riley Keough ('The Girlfriend Experience')
Sarah Paulson ('People v. O.J. Simpson: American Crime Story')
Charlotte Rampling ('London Spy')
Kerry Washington ('Confirmation')


Ator em minissérie ou filme feito para a TV
Riz Ahmed ('The Night of')
Bryan Cranston ('All the Way')
Tom Hiddleston ('The Night Manager')
John Turturro ('The Night of'
Courtney B. Vance ('The People v. O.J. Simpson: American Crime Story')


Melhor atriz coadjuvante de TV
Olivia Colman ('The Night Manager')
Lena Headey ('Game of Thrones')
Chrissy Metz ('This Is Us')
Mandy Moore ('This Is Us')
Thandie Newton ('Westworld')



Melhor ator coadjuvante de TV
Sterling K. Brown, ('The People v. O.J.: American Crime Story')
Hugh Laurie ('The Night Manager')
John Lithgow ('The Crown')
Christian Slater ('Mr. Robot')
John Travolta ('The People v. O.J.: American Crime Story')


Categorias de cinema
Filme: drama
'Até o Último Homem'
'A Qualquer Custo'
'Lion: Uma Jornada Para Casa'
'Manchester à Beira-Mar'
'Moonlight'


Filme: comédia ou musical
'20th Century Women'
'Deadpool'
'Florence: Quem é Essa Mulher'
'La La Land - Cantando Estações'
'Sing Street'


Atriz: drama
Amy Adams ('A Chegada')
Jessica Chastain ('Miss Sloane')
Isabelle Huppert ('Elle')
Ruth Negga ('Loving')
Natalie Portman ('Jackie')


Ator: drama
Casey Affleck ('Manchester À Beira-Mar')
Joel Edgerton ('Loving')
Andrew Garfield ('Até o Último Homem')
Ryan Gosling ('La La Land: Cantando Estações')
Viggo Mortensen ('Capitão Fantástico')
Denzel Washington ("Fences")


Atriz: comédia ou musical
Annette Bening ('20th Century Women')
Lily Collins ('Rules Don't Apply')
Hailee Steinfeld ('The Edge of Seventeen')
Emma Stone ('La La Land - Cantando Estações')
Meryl Streep ('Florence: Quem é essa mulher?')


Ator: comédia e musical
Colin Farrell ('O Lagosta')
Ryan Gosling ('La La Land: Cantando Estações')
Hugh Grant ('Florence: Quem é Essa Mulher?')
Jonah Hill ('Cães de Guerra')
Ryan Reynolds ('Deadpool')

Atriz coadjuvante
Viola Davis ('Fences')
Naomie Harris ('Moonlight')
Nicole Kidman ('Lion - Uma Jornada Para Casa')
Octavia Spencer ('Hidden Figures')
Michelle Williams ('Manchester')



Ator coadjuvante
Mahershala Ali ('Moonlight: Sob a Luz do Luar')
Jeff Bridges ('A Qualquer Custo')
Simon Helberg ('Florence: Quem é Essa Mulher?')
Dev Patel ('Lion: Uma Jornada Para Casa')
Aaron Taylor-Johnson ('Animais Noturnos')


Diretor
Damien Chazelle ('La La Land - Cantando Estações')
Tom Ford ('Animais Noturnos')
Mel Gibson ('Até o Último Homem')
Barry Jenkins ('Moonlight')
Kenneth Lonergan ('Manchester à Beira-Mar')

Roteiro
'La La Land - Cantando Estações'
'Animais Noturnos'
'Moonlight'
'Manchester à Beira-Mar'
'A Qualquer Custo'


Filme estrangeiro
'Divines' (França)
'Elle' (França)
'Neruda' (França)
'O Apartamento' (Irã/França)
'Toni Erdmann' (Alemanha)


Animação
'Kubo e as Cordas Mágicas'
'Moana'
'My Life as a Zucchini'
'Sing'
'Zootopia'
Canção Original
'Can't Stop This Feeling' ('Trolls')
'City of Stars' ('La La Land')
'Faith' ('Sing - Quem Canta Seus Males Espanta')
'Gold' ('Gold')
'How Far I'll Go' ('Moana')

Trilha original
Hans Zimmer, Pharrell Williams, Benjamin Wallfisch ('Estrelas Além do Tempo')
Nicholas Britell ('Moonlight: Sob a Luz do Luar')
Justin Hurwitz ('La La Land - Cantando Estações')
Johann Johannsson ('A Chegada')
Dustin O'Halloran, Hauschka ('Lion')



                                                                                                         




domingo, 8 de janeiro de 2017

Documentário sobre 'axé music' vai estrear nos cinemas em 19 de janeiro


Texto: Mauro Ferreira
Fonte: G1.Globo.com
Edição: Jorge Luiz da Silva
Imagens: Reprodução/Divulgação
Salvador, BA (da redação Itinerante)




Festejados em 2015, os 30 anos da música afro-pop-baiana rotulada como axé music ainda vão ecoar neste ano de 2017. Exibido em sessões de festivais ao longo de 2016, o documentário Axé – Canto do povo de um lugar tem estreia programada nos cinemas para 19 de janeiro. 







No filme feito sob direção de Chico Kertész, artistas como Caetano Veloso, Daniela Mercury, Gilberto Gil, Ivete Sangalo, Luiz Caldas e Saulo Fernandes, entre outros, discorrem sobre a evolução da axé music ao longo das últimas décadas, relembram fatos marcantes na gênese do gênero e lembram o preconceito sofrido pelos artistas de axé na mídia, sobretudo no eixo Rio de Janeiro – São Paulo. 







O subtítulo do documentário, Canto do povo de um lugar, reproduz o nome de uma música de Caetano Veloso, lançada em 1975 na voz do cantor e compositor baiano no álbum Joia.



(Crédito da foto: poster do documentário)


                                                                                                         




quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Com produção de Pupillo, Gal faz em estúdio o disco calcado em Lupicínio


Texto: Mauro Ferreira
Fonte: G1.Globo.com
Fotos: Reprodução
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Salvador, BA (da redação Itinerante)



                                                                                                         



Em vez de um registro ao vivo, como previsto inicialmente, Gal Costa vai gravar em estúdio, com produção de Pupillo, o disco calcado no show Ela disse-me assim – Canções de Lupicínio Rodrigues (2015), apresentado há dois anos em cinco cidades do Brasil, mas eclipsado pela excelente repercussão do disco e show Estratosférica, lançados no mesmo ano de 2015.

A cantora já entra em estúdio neste primeiro semestre de 2017 para fazer o disco com o amargurado repertório de Lupicínio Rodrigues (16 de setembro de 1914 – 27 de agosto de 1974).

No show, feito sob a direção artística de J. Velloso (idealizador do projeto) e Marcus Preto, Gal bombeou sangue novo para o coração magoado do compositor gaúcho ao dar voz a 20 músicas do cancioneiro do autor dos sambas-canção Vingança (1951) e Volta (1957).

A banda do show foi formada por músicos de toque contemporâneo como o tecladista Silva.


(Crédito da imagem: Gal Costa em foto de Daniela Toviansky))







terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Alexandre Pires tenta 'upgrade' com projeto fonográfico que tem Caetano

Fonte: G1.Globo.com
Fotos: Reprodução.
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)




                                                                                                         





Alexandre Pires vai tentar mudança de status no mercado fonográfico brasileiro em 2017. Quem comanda a operação de marketing é a empresária Paula Lavigne.

Até então associado ao pagode da década de 1990, o cantor e compositor mineiro vai deixar momentaneamente a obra autoral de lado para investir em regravações de sucessos da música brasileira, várias feitas em duetos com ícones da MPB como Gilberto Gil.

Com Caetano Veloso, por exemplo, Pires revive o samba Você não entende nada, composto por Caetano em 1970 e lançado na voz de Gal Costa.

Com Seu Jorge, o Mineirinho canta Ive Brussel (1979), sucesso de Jorge Ben Jor. Pérola negra (Luiz Melodia, 1971) também figura no disco.

DNA musical é o título do projeto que tenta upgrade para Pires na cena brasileira.



 (Crédito da imagem: Alexandre Pires e Caetano Veloso em foto de rede social)
)


                                                                                             




sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Álbum de baiano cosmopolita sai no Japão com outra capa e faixa-bônus


Fonte: G1.Globo.com
Fotos: Reprodução
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva
Serrinha, BA (da redação Itinerante)



Bruno Capinan (Foto: Daryan Dornelles) 




Terceiro álbum do cantor e compositor Bruno Capinan, baiano cosmopolita radicado na cidade canadense de Toronto, Divina graça vai ser lançado no Japão no dia 21 deste mês de dezembro de 2016 com capa totalmente diferente da edição que saiu no Brasil em outubro. A nova capa também tem arte e foto assinadas por Daryan Dornelles.

Além da capa com design gráfico de Satoshi Oguri, a novidade da edição japonesa de Divina graça é a música adicional I've been waiting, composta por Capinan e gravada com os músicos Bem Gil (violão e piano rhodes), Domenico Lancellotti (bateria e MPC), Chris Cummings (piano), Allison Au (saxofone alto), Patric McGroarty (trompete) e Tom Richards (trombone).



O álbum sai no Japão com 13 faixas, incluindo as 12 da edição brasileira. Em Divina graça, Capinan recicla a baianidade nagô em tom contemporâneo e faz a festa da carne e do espírito. Clique aqui para reler a resenha do disco.

(Crédito da imagem: capa da edição japonesa do álbum Divina graça, de Bruno Capinan)